Trilogia Jogos Vorazes - Review
Olá Pessoal!
Hoje tem post assinado por uma amiga super entendida quando o assunto é The Hunger Games!!
Aproveitem a leitura, porque depois desse post você vai sair especialista também :)
Texto por : Karen Freitas
A Esperança Parte 2 chega às telas quase quatro anos após a minha introdução ao universo de Katniss Everdeen. Lá em 2012, minha leitura do terceiro livro foi separada por blocos. A cada acontecimento mais impactante, e convenhamos, são muitos, sentia a necessidade de parar e assimilar o que estava acontecendo, tanto emocionalmente, com a protagonista, como com as personagens ao seu redor.
Costumo dizer que Catching Fire (Em Chamas) é meu livro preferido da trilogia, mas não posso omitir a comoção que Mockingjay traz como desfecho. Faz com que o leitor sinta a perspectiva de uma guerra civil; a angústia por seus entes queridos, o medo claustrofóbico de viver no subterrâneo sob ataque; o tédio, a insegurança de não saber o que está acontecendo ou em quem confiar. Mas está nas consequências de todos os traumas sofridos por Katniss a mensagem principal, de que apesar de tantas perdas, ainda há esperança (sabiamente traduzido para o português como título).
Quanto às adaptações para o cinema, o primeiro The Hunger Games deixou, erroneamente, alguns arcos de fora. Muitos deles ligados a personagem do Peeta, diminuindo sua capacidade de raciocínio e citações ácidas e relevantes à ligação dele com Katniss. Até hoje não consigo acreditar que cenas como "One more time? For the audience?" foram cortadas, ou tantas outras sequências dos dois durante a passagem na caverna. @garyross precisamos de respostas haha
Até que a chegada de Francis Lawrence à produção de Catching Fire mudou tudo. Assistir Em Chamas em IMAX não foi ir ao cinema, foi um evento. Texto com citações diretas do livro; fotografia sem a câmera tremida que Gary Ross utilizou na adaptação anterior; atuações excelentes, Jena Malone e Sam Claflin caindo de paraquedas no universo paralelo de Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson; direção e trilha sonora trabalhadas nos mínimos detalhes para agradar aos perfeccionistas. Foi realmente um evento e por esse motivo continua sendo meu filme favorito da quadrilogia cinematográfica, não que Mockingjay não mereça o prêmio.
Costumo dizer que Catching Fire (Em Chamas) é meu livro preferido da trilogia, mas não posso omitir a comoção que Mockingjay traz como desfecho. Faz com que o leitor sinta a perspectiva de uma guerra civil; a angústia por seus entes queridos, o medo claustrofóbico de viver no subterrâneo sob ataque; o tédio, a insegurança de não saber o que está acontecendo ou em quem confiar. Mas está nas consequências de todos os traumas sofridos por Katniss a mensagem principal, de que apesar de tantas perdas, ainda há esperança (sabiamente traduzido para o português como título).
Quanto às adaptações para o cinema, o primeiro The Hunger Games deixou, erroneamente, alguns arcos de fora. Muitos deles ligados a personagem do Peeta, diminuindo sua capacidade de raciocínio e citações ácidas e relevantes à ligação dele com Katniss. Até hoje não consigo acreditar que cenas como "One more time? For the audience?" foram cortadas, ou tantas outras sequências dos dois durante a passagem na caverna. @garyross precisamos de respostas haha
Até que a chegada de Francis Lawrence à produção de Catching Fire mudou tudo. Assistir Em Chamas em IMAX não foi ir ao cinema, foi um evento. Texto com citações diretas do livro; fotografia sem a câmera tremida que Gary Ross utilizou na adaptação anterior; atuações excelentes, Jena Malone e Sam Claflin caindo de paraquedas no universo paralelo de Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson; direção e trilha sonora trabalhadas nos mínimos detalhes para agradar aos perfeccionistas. Foi realmente um evento e por esse motivo continua sendo meu filme favorito da quadrilogia cinematográfica, não que Mockingjay não mereça o prêmio.
E falando nele, Mockingjay Parte 1 e 2 (como são dois arcos da mesma obra, gosto de coloca-los em conjunto), foram felizes em demostrar todas as emoções citadas a cima, adaptando o necessário ou aquilo que a censura pg13 não deixaria se concretizar. Ponto alto para a cena entre Katniss e Haymitch, onde o segundo explica diretamente ao público que tanto Peeta como ela, são fantoches movidos pelos interesses do Presidente Snow e da Presidente Coin, respectivamente, paralelo ao primeiro filme, onde "The boy with the bread" diz que não quer ser uma peça nos jogos. Eu poderia continuar até 2020 com os paralelos haha, mas vou deixar este pelo seu valor em cena.
Para concluir, é indispensável falar sobre a atuação de Jennifer em parte 1/2 e sua capacidade em demostrar entorpecimento após o clímax do último longa, o arranco de luto e desamparo na cena com o gato da irmã e a paz, sensação de cumprimento que seu último momento em cena, no epílogo, traz para o público. É inimaginável um mundo em que Katniss Everdeen não seja protagonizada por Jennifer Lawrence, onde lá em 2010 quando foi cogitada, muitos não aprovaram seu casting.
A trilogia Jogos Vorazes se encerra com (além de muitas lágrimas da que vos fala haha) com esta mesma sensação de cumprimento em seu último frame. Eu indico, por sinal, que ouçam o track “There Are Worse Games To Play/Deep In The Meadow/The Hunger Games Suite" da soundtrack lançada hoje. A seção Deep in the Meadow, cantada pela própria Jennifer, é um paralelo evidente à primeira cena do primeiro filme, onde Katniss canta para acalmar o pesadelo da irmã, e a The Hunger Games Suite, resume a quão épica e emocionante foi a jornada do universo criado por Suzanne Collins.
Karen Freitas
20 e poucos.
Sempre obcecada com alguma coisa.
Gosta de televisão mais do que deveria.

